São Boaventura é comemorado por tradicionalistas no dia verdadeiro: 15 – Tabu Online

São Boaventura é comemorado por tradicionalistas no dia verdadeiro: 15

Manter a tradição dos festejos que homenageiam São Boaventura, o padroeiro de Canavieiras é o propósito de um grupo de fiéis, que se reúnem religiosamente na praça da Igreja Matriz dedicada ao Santo. Eles não admitem a mudança da data da festa em louvor a São Boaventura, de 14 para 15 de julho, ocorrida em conveniência do pároco da época, que pretendia se deslocar a Belmonte um grupo de fiéis, com a finalidade de festejar Nossa Senhora do Carmo, padroeira da cidade vizinha.

A decisão desse grupo de fiéis tradicionalistas, como se autodenominam, está lastreada na documentação da Igreja Católica Apostólica Romana sobre São Boaventura de Bagnoregio, Cardeal-bispo de Albano, ministro-geral da Ordem dos Frades Menores e Doutor da Igreja, falecido a 15 de julho de 1274. Nascido em 1218 em Itália com o nome de Giovanni di Fidanza, Boaventura recebeu esse nome após ficar gravemente doente e ter sido curado por meio de oração de São Francisco de Assis, que o tomou nos braços e disse: “Ó, boa ventura!”.

Com base na história do Santo, o grupo tradicionalista se reuniu neste domingo (15 de julho) e, ao meio-dia em pino, iniciou o espocar de fogos de artifício, anunciando a alvorada em homenagem a São Boaventura. Após os viva de praxe, iniciaram os trabalhos numa das barracas montadas na praça e abriram os debates sobre a história do Santo. Em seguida, brindaram o padroeiro com cerveja gelada e tira-gostos.

Este ano, algumas ausências de festeiros foram sentidas, a exemplo dos tradicionalistas Antônio Tolentino, que alegou indisposição após uma panelada de siri com arroz; Tyrone Perrucho, em viagem de turismo a Ilhéus e Santa Luzia; Raimundo Tedesco, em repouso.

Outros devotos, como Jair de Laurindo, o cabeleireiro Bouju, dentre outros, que alegaram desinformação, mas asseguraram presença no próximo ano. A título de informação, muita gente não leva a sério a devoção desses fiéis tradicionalistas, por considerar que o ajuntamento é apenas mais um motivo para farra.

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