Professor encontrado morto em casa

Jorge Rignes lecionou por 35 anos no CEMOB e recentemente trabalhou na escola ACM

Por volta das 11 horas da última terça-feira (18), o professor de inglês da rede municipal de Canavieiras, Jorge Rignes de Souza, 62 anos, foi encontrado morto em sua casa, localizada na Rua Rui Barbosa, por agentes da guarda-civil de Canavieiras. O alerta foi dado por uma vizinha, que acionou a guarda municipal, após perceber que a casa permaneceu fechada boa parte do dia e com nenhuma movimentação do vizinho.

Ao chegar até a residência, os agentes da guarda-civil desligaram a energia da casa para desativar a cerca elétrica e, logo após, um dos guardas pulou o muro para abrir a porta e terem acesso a casa. Ao entrar na sala avistaram o professor já morto sentado no sofá, com uma cartela de remédio para enjoo ao lado. Segundo informações da Polícia Civil, a morte foi de causa natural em decorrência de doença pré-existente.

O sepultamento foi na manhã desta quarta-feira (19), no cemitério municipal de Canavieiras. Familiares informaram que Jorge Rignes lecionou no CEOB, Colégio Estadual Osmário Batista, hoje CEMOB, por cerca de 35 anos e já tinha se aposentado pelo estado há três anos, mas ainda  atuava como professor municipal deixando recentemente a escola Antônio Carlos Magalhães para trabalhar na creche Vovó Cabocla. Familiares informaram que ele estaria esperando completar a idade para aposentar-se pelo município também. Antônio Carlos Stolze, irmão de Jorge Rignes, explicou que ultimamente o irmão estava com complicações renais, o que teria sido a causa da morte.

“Nós últimos dias ele se isolou e não queria contato com ninguém, apenas minha irmã Márcia Stolze estava dando assistência para ele. A última vez que o vi foi há uns 20 dias na esquina da Rua Benjamin Constant, quando dei um aperto de mão e um abraço”, cita Antônio Stolze.

Jorge Rignes não deixa filhos e tinha quatro irmãos: Antônio Carlos Stolze, Márcia Stolze, Lúcia Negrão e Nilton Negrão. O Tabu online se solidariza com a família pela perda e relembra com gratidão a passagem de Jorge Rignes pelo Jornal Tabu como colunista social na década de 90.

Print Friendly, PDF & Email

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

error: Content is protected !!