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Elias Salles (1944-2019)

Elias Salles, filho de Edgard Salles e Argentina Nunes Salles, nasceu em Salvador, no dia 27 de dezembro de 1944, onde também realizou seus estudos fundamentais.

Aprovado em concurso público para o Banco do Brasil S. A., chegou em Canavieiras no dia 07 de junho de 1965, quando tomou posse na agência local. Em Canavieiras, deu continuidade aos seus estudos completando o Curso Técnico de Contabilidade, em dezembro de 1967, no então Colégio Estadual Osmário Batista.

A partir de 1968, passou a ensinar algumas disciplinas no próprio colégio: Elementos de Economia, História Econômica e Contabilidade Pública, até o ano de 1970.

Ainda na década de 1960, no final, foi aprovado em concurso vestibular da Faculdade de Direito de Ilhéus, curso que teve de interromper em razão de incompatibilidade de horário com suas atividades profissionais. Quando retornou a Canavieiras, concluiu o curso de Direito, bacharelando-se em 1993, pela UESC -Universidade Estadual de Santa Cruz.

Em sua carreira no Banco do Brasil, exerceu cargos de confiança em diversas agências, chegando à gerência, que exerceu por mais de oito anos, até sua aposentadoria.

Após a aposentadoria pelo Banco do Brasil, exerceu as funções de atendente judiciário, no Juizado Especial de Canavieiras (1999-2000) e logo depois foi nomeado procurador jurídico do município de Canavieiras, função que desempenhou por dois anos.

Soteropolitano de nascimento, recebeu o título de Cidadão Canavieirense, em 01 de agosto de 2000, por força da Resolução n. 7/2000, da Câmara Municipal de Canavieiras.

Em setembro de 2003, concluiu curso de pós-graduação lato-sensu, especialização em Programação de Ensino, pela UNIBA – União Intermunicipal de Cursos Superiores da Bahia, com chancela das Faculdades Montenegro, com a monografia Origem, Causas e Consequências do Uso de Drogas entre Jovens da Cidade de Canavieiras.

Colaborador do jornal Tabu desde os primeiros anos de sua existência, com alguns contos, artigos e poesias, em 27 de janeiro de 2008, tomou posse na ALAC – Academia de Letras e Artes de Canavieiras, como titular da cadeira n. 36, que tem como patronesse a professora Liana Maria Belém.

Escreveu algumas poesias que foram reunidas em um pequeno livro que pretendia publicar, em que revela grande preocupação ambiental e social, na simplicidade da forma e na ingenuidade do conteúdo, mas foi vencido pela doença cruel, insidiosa e traiçoeira, nesse final de fevereiro de 2019. Um dos seus poemas aparece na Revista ALAC nº. 02, de setembro de 2018, comemorativa dos 15 anos da academia.

Do seu casamento com Riodalva Couto Salles, deixou os filhos Leonardo, Juliano e Raquel Couto Sales e alguns netos. Advogado militante por mais de 20 anos, ele se foi e deixou na ALAC uma cadeira vaga que logo será ocupada, mas no coração de seus familiares, amigos e confrades ficará um vazio que nunca será preenchido.

Durval Pereira da França Filho

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